segunda-feira, 28 de maio de 2012

Puxa se é difícil… O.o

Tentei. Juro que tentei. Continuo a tentar. Continuo a acreditar na falsa esperança de te ver. Corro. Para onde vou eu? Sei lá. Vou para longe ou para perto. Vou para um lugar incerto. Aquele lugar que sei perfeitamente qual é. Apenas entro de olhos vendados. Entro com medo!
Ganho coragem. Levanto a cabeça. Enfrento a falsa esperança, o receio, o medo. E olho em meu redor. Não estás, claro! Tento fazer com que esse vazio não me afete. Impossível! Mas mesmo assim, tento parecer indiferente. Não consigo!
Abstraio-me das coisas que me fazem lembrar de ti, de nós, dos momentos, de tudo! Falava de ti como se estivesse tudo bem comigo, como se dentro de mim, não existisse uma enorme confusão de sentimentos, onde a saudade predominava. Existem tantas coisas dentro de mim, tantos sentimentos, tantas confusões! Só me apetece quebrar-me e montar-me de novo! Montar-me à minha maneira. Então abstrai-me de ti. Ou não. Para que estou eu aqui a escrever todas estas palavras. Farão elas sentido para quem as lês? Ou farão somente sentido para mim?
Volto aquele sítio. Onde passava horas, passava o tempo. Hoje, não. Hoje, ando por aí. Quanto menos tempo estiver a olhar para lembranças, melhor. Quanto menos falar contigo, mais saudades tenho. Eu tenho saudades.
Talvez não entendas o porquê disto. Não tentes entender. Não vais conseguir. Ninguém consegue. Ou pelo menos ninguém tenta. Ou talvez eu nunca diga que acertou no que entendeu. Confuso? Talvez. Para mim não.
 
Sinto saudades de ter a tua alegria a contagiar-me…  Infelizmente há coisas que mudam inevitavelmente! =’|

sexta-feira, 25 de maio de 2012

"Sem ti..." =')

Levanto-me. Caminho em direção à minha rotina diária, enfrentado esta mistura de sentimentos que há em mim. Estou prestes a entrar, naquele lugar que era certo e sabido que tu lá estarias. Entrei. Entrei de cabeça em baixo. O meu instinto foi mais forte. Procurei-te. Não estavas. Sorri, abanando a cabeça, com o pensamento, “que louca, a faltar outra vez! “. Sentei-me no local habitual, de costas para “ti”. Meti os fones. Fiquei na minha. Respeitaram-me. Recebia mensagens das pessoas que me rodeavam, perguntando se estava bem. Respondia que sim. É parcialmente verdade. Continuei na minha. Tocou. Não ouvi nada do que foi dito. Não interessava. Estava com sono. Voltei aquele lugar que era certo e sabido que tu lá estarias. Entrei. Entrei de cabeça em baixo. O meu instinto foi mais forte. Procurei-te. Não estavas. Sorri, abanando a cabeça, com o pensamento, “doida, ainda não chegou, aiaiai! “. Sentei-me no local habitual, de frente para “ti”. Sem querer, o meu pescoço ergueu-se para te ver sorrir e acenar. Ups, não estavas! Estava o “teu” lugar ocupado por, outro alguém! Sorria tipo, parva. Perguntavam de que me ria eu. De coisas, disse eu. Que coisas, perguntavam eles. Corrigi dizendo, que momentos, não é que coisas. Não entenderam, apenas uma pessoa. Tocou. Owwouu. Falaram de ti. Perguntaram por ti. Perguntaram onde estavas. E respondi, que estavas em casa. Dai, desenrolou-se uma conversa sobre ti. Acabou a conversa. Terminou com um sorriso. Falava contigo como se ali estivesses, agia como se estivesses atrasada ou simplesmente fosses faltar. Isto passa. Habituo-me. Vai ser “fácil”. Sai. Caminhei, rumo ao local de regresso a casa. Pensava e conversava. Perguntaram por ti. Eu respondi, que já estavas em casa,que o teu autocarro já tinha ido. Responderam dizendo, que era verdade lol. Sou uma maluquinha. Sou mesmo. É engraçado. No regresso, ouvia música e sorria tipo, parva, novamente! Azar de quem olhasse para mim e me visse rir sozinha. Estava contente. Porquê? Porque tu não estiveste ali fisicamente, não me sorriste, não me acenaste, não me assustaste, não me deste um beijinho, não … não nada. Mas estiveste comigo na mesma. Em pensamentos. Nas memórias. Ai de que coisas… de que coisas me lembrava eu, ahaha. Sabes que mais? Eu adoro-te. Sabes mais ainda? Orgulho-me de ti. E mais? Oh, estejas onde estiveres somos grandes amigas na mesma, atribui-te como minha melhor amiga e depois? Depois nada, ou tudo. Resumiu-se o 1ºdia com a certeza de que tu… não estavas mais ali , naquele lugar que era certo e sabido que tu lá estarias…

Há coisas ... que nunca se esquecem... e há pessoas que para sempre permanecem! =')